Outro dia alguém no Twitter comentou “coisa rara de se ver hoje em dia: homem que liga mais pro cérebro do que pra bunda”. Pensamento normal de 11 entre 10 mulheres. Pensamento e experiência, na maioria das vezes. Desculpem moços, eu não generalizo, mas tive que concordar. E lembro muito bem da minha primeira “experiência”. Eu tinha míseros 8 anos de idade, e estava na 2ª série, época em que talvez eu mal tivesse cérebro – e provavelmente ele era gasto com quadrinhos, vídeo-game e qual seria a merenda do dia – quando tinha como amigo um bom moço chamado... bem, o chamaremos de W.. O W. era amigo daqueles que você empresta a canetinha nova, divide a merenda e passa a bola na Educação Física, sabe? Ok, ele era meio que paquerinha também. Coisa de crianças dos anos 90, e quando digo isso, resume em olhadas simples. Não tinha mão dada nem beijinho. Isso aí era ser namoradinho, e meu micômetro ainda não suportava o bordão “tá namoran-do! tá namoran-do!” ainda.
Bem, eu lembro que no finalzinho desse ano, faltando uns 2 dias para as aulas finalizarem, ele veio com sorriso bobo. Aquele sorriso bobo que toda menina com mais de 16 provavelmente já deve ter visto um e conseguido identificar. E depois, ter gritado no cantinho de tanta raiva do mesmo sorriso. Eu lembro até hoje, que com esse mesmo sorriso P.S.:esse post é uma ironia feminina. Aos que






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