O primeiro kraft room a gente nunca esquece!

17 de julho de 2010
Previsão: esse post é a primeira parte.
Dias atrás fiz uma mudança geral aqui no apê, e troquei alguns móveis de lugar. A mesa do computador, que antes ficava num vão entra o quarto e o banheiro, foi pra sala o que acabou resultando em um espaço vazio na casa. Como meus aviamentos krafter eram acomodados dentro de uma gigantesca caixa-tropeçadora na sala ao lado do sofá, com a ajuda do namorado, dei início a um antigo projeto e sonho (que já até citei num post daqui): meu próprio espaço kraft.

A coisa toda  estendeu-se entre encontrar a madeira ideal para uma bancada e prateleiras, ansiedade mor pelo marceneiro que não chegava no dia programado e uma tinta que demorava pra secar mais do que imaginei (fora as gotas irredutíveis de tinta no chão e encontrar manchas perdidas de tinta pelo corpo durante 3 dias).  Minha busca por idéias de kraft room retornou agora mais forte que nunca, e encontrei idéias que fizeram meus olhos brilharem em grupos no Flickr.

idéias
                                      
Agora estou eu aqui, louca pra tinta secar e organizar as coisas do meu jeito, pra enfim poder bagunçar de novo à vontade sem me preocupar de perder coisas pelo chão da sala. E prometo que assim que tiver tudo pronto, tiro foto e venho exibir aqui no blog Apaixonado

Dia Mundial do Rock e Nova loja

12 de julho de 2010
Hoje é um dia especial. Não é Dia do Sushi, não é Dia da Vaca Malhada muito menos dia de “Jogue Sua Vizinha Pela Escada”. É muito mais e nada menos que o Dia Mundial do Rock! Sim, meus caros… é um dia de extrema importância. Ou você acha que Elvis chacoalhou a pélvis à toa, hein, pequeno gafanhoto guitarrista?

Nosso amado e querido rock’n roll passou por mais mudanças que as funcionalidades do bombril, mas continua o gênero que move milhares de pessoas em todo mundo, seja por sua entonação política, amorosa ou mesmo… para chacoalhar a nossa cabeça, ué.
Não poderia deixar de citar que nós, adoradores do bom e eterno rock’n roll sempre vamos ser relacionado à pactos diabólicos, julgados de ouvir música “pesada” e até mesmo ter que responder à chapada pergunta “você é roqueiro?”. Mas nós superamos, afinal… somos duro na queda.

Então, peguem seus morcegos, suas roupas pretas e suas foices… não, brincadeirinha. Eu quis dizer… coloquem sua melhor trilha sonora e comemorem, pois afinal… todo dia é dia de ouvir rock!
E viva ao Dia Mundial Do Rock! Yeah! \m/

Mudando do melhor pra uma novidade, essa semana, graças à bondosa paciência e doce coração do meu namorado, consegui colocar no ar a nova loja Mulher Vitrola. Tá lindão, eu mudei totalmente o layout, e foi ele quem fez todos os códigos  e tal (créditos e uma salva de palmas  senão ele vai ficar jururu). Agora tem Pag Seguro, tem produtos novos, enfim… deêm uma passada lá, e recomendem!

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                                Camafeu Pullip

9 idéias para transformar sua camiseta

3 de julho de 2010
Queria poder entrar em toda loja que visse algo (roupas, calçados e acessórios em geral) e comprar. Claro que também queria um cartão de créditos ilimitado, e como dizem algumas blogueiras de moda, ser  ‘ryca e phyna”. Não tenho um nem sou outro, então me viro até onde meu consumismo permite, e em muitas das vezes recorro à imaginação. E claro, a inspiração vinda de tutoriais bacanas que só se encontra na internet  :]

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                    Tranformando uma camiseta em uma blusa com detalhes frontais.
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Transformando uma blusa em uma bolsa e uma tiara.

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Transformando a camiseta do namorado em uma long-tee ou em um mini-vestido.


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Outras idéias bacanas são da canadense Mari Santos, que usa e abusa da criatividade
ao transformar roupas básicas em peças interessantes. Por enquanto o site com as criações está fora do ar, mas ela mantêm essa loja com suas criações de tiaras lindíssimas.

Por enquanto tô sem máquina de costura, mas não vejo a hora de experimentar algumas modificações, e assim que der, posto aqui também. Espero que sirva de inspiração também pra vocês. :)

[Insira sua cafonice amorosa aqui]

1 de julho de 2010
Vou logo dizendo que vou falar de amor e isso não quer dizer que eu acordei melosa hoje. Ok, que vou desconsiderar a semana hormonal, mas isso não interfere, eu garanto.
Mas é que ontem minha mãe me ligou e me perguntou pela milésima vez se eu tinha gravado o CD de músicas dela, que ela me pediu há séculos e eu nunca gravei, e menti dizendo que sabia aonde estava a lista que ela escreveu. Pois bem. Se me lembro bem, na lista tinha alguns sucessos Good Times 98, e as músicas do Good Times 98 são as que mais lembro já ter escutado.
Minha mãe tinha um bar quando eu era menina, e nas férias ela deixava eu ficar com ela até tarde. De acordo com o Juizado de Menores e o Estatuto da Criança e do Adolescente junto com a Proteção de Animais, eu não tomava pinga, não lavava pigarras, nem fritava bacon, ok? Eu ficava desenhando, e ouvindo Good Times 98. E foi aí que eu conheci a parte bonita do amor, porque o locutor  desse programa com uma voz bem sensual de locutor mesmo lia cartas-declaração que os ouvintes mandavam para “o amor da sua vida”. Depois tocava uma música que o ouvinte também pedia no final da carta, que ia de All by Myself” a “I Will Always Love You . Ou seja… romântico. E nessa época eu ficava imaginando se um dia alguém mandaria uma carta pra mim e pediria para tocar “Ghostbusters” (?).
Já  a parte feia do amor é que eu via os ‘frequentadores” do bar, levemente alterados pela quantidade de álcool no corpo, chorarem (sem exagero) ao lembrarem suas decepções amorosas. Eu via aquilo e não queria mesmo conhecer outro amor que não fosse o Good Times. Anos mais tarde,  chorei por amor (ou a falta dele, não lembro) num canto escuro, com música trance de fundo e luzes piscantes, munida de um copo descartável de vodka enquanto uma amiga ajeitava meu vestido.
Bem, eu perdi medo do amor feio, porque no fundo, no fundo, apesar de ser a maior babaquice e cafonice do mundo, apaixonar-se é a coisa mais irresistível. Com ou sem Good Times.

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ps: Good Times 98 era um programa noturno da rádio FM 98… não sei se existe ainda, mas pra mim é referência de cafonice romântica.
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