Foi assim que eu me rendi.

30 de outubro de 2010
Vamos começar assim: eu não uso salto desde os 20 anos. Digamos que, depois que o Pedro nasceu, fui abrindo mão de algumas coisas com o tempo. Começou com minha coleção de saltos e plataformas, depois anéis e pulseiras, depois colares e brincos. Tudo pra participar da fase “mamãe prática”. Surgiram as sapatilhas, e depois que comprei a primeira, veio a segunda, a terceira, e logo em seguida a coleção de saltos foi cedendo lugar a uma vasta coleção de sapatilhas em todas cores, formatos, estampas...
Mas meu pequeno foi crescendo, deu os primeiros passinhos e logo ele já e não precisava mais do meu equíbrio supremo para ser carregado. Voltei a usar meus colares, anéis, pulseiras… mas as sapatilhas continuavam lá. Até arrisquei alguns centímetros em vão.
Mas, desafiei a física e na última quinta feira subi os meus amados centímetros. Comprei meu primeiro salto após 5 anos, e também minha primeira Melissa. Assumo que foram momentos rapidamente dolorosos (o salto não era nem um  pouco confortável), mas é bom estar no alto novamente.

Um pequeno passo para uma mulher… ou seria um grande salto?

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SEVEN DAYS...

25 de outubro de 2010

... só não o amaldiçoei porque o nome dele já é um castigo eterno.

As Gatas da Casa

19 de outubro de 2010
- Eu sei, é um texto longo. Eu sou apaixonada por gatos, então me empolgo… mas quem tem gatos, ou gosta, acho que vai me entender :D

Há um tempo atrás comentei aqui no blog que havia adotado uma gatinha, encontrada numa visita que fiz à Tremembé. A batizei de Marilyn, e ela continua comigo. É a princesa da casa, super bem comportada, atenciosa, carinhosa, e muito, muito pidona. Acho que a Mary é a gata que tive que mais se comportou desde o Milk, um gato que tive há uns anos atrás.
Mas, quando saíamos, eu achava que a Mary ficava muito sozinha. Ela sempre ficava nos esperando bem pertinho da porta, e dava muita falta quando qualquer um de nós dois saíamos. Além disso, é impossível entrar em qualquer cômodo da casa e fechar  a porta… ela chora de um jeito que aperta o coração.

Apesar do bom comportamento, a Mary exigia atenção até demais de nós, e caso contrário, ela revidava com mordidas e alguns arranhões. Nunca a reprimi batendo, pois sabia que aquilo era uma maneira de chamar atenção.
Foi aí então que decidimos adotar mais uma “menina”. Coincidentemente, outro dia o namorado chegou comentando que numa pet shop próxima estavam colocando gatinhos para adoção. Fui lá no dia seguinte, na esperança de encontrar algum ainda. Escolhi uma das duas fêmeas que tinha (se pudesse, trazia as duas! Torço muito que a outra tenha sido adotada), e agora ela se chama Mimi. Assinei um contrato de responsabilidade, e levamos a pequenina assustada para casa.

Como tenho gatos desde os dois anos de idade, sei muito bem que, quando chega um novo “integrante” da casa, as cenas de recebimento não são lá as melhores… e imaginei que a Mary fosse reagir assim, já que ela era a única estrela da casa.
Imediatamente, Mary se aproximou da novata e brincou-lhe com a pata. Mostrou seu arranhador, e parecia querer mostrar as partes da sua casa. Fiquei impressionada, não esperava uma recepção tão colorosa… e começou ali uma linda amizade entre as duas.

A Mary cuida da Mimi como se fosse filha, dá banho, dorme juntinho e atende os chamados dela. Procura-a pela casa, brinca… são super companheiras! A Mimi é muito pequena, então acho que por isso ela meio que vive no mundinho dela… parece desatenta, perdida às vezes, e pensa mesmo que a Mary é mãe dela, a ponto de “mamar” na Mary. Com o tempo acho que ela vai  interagir mais, ainda mais com a atenção que recebe… nossa e da sua super bondosa mãe-postiça.

Sei que raças são lindas, mas, se tiver oportunidade, adote! Há muitos bichanos esperando por um lar em lugares especiais para adoção… informe-se na sua cidade, faça uma visita… nem que seja só pra conhecer. Quem sabe um deles não toca seu coração? Não paga pra adotar e você vai ganhar um amigo por muitos anos :]


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                                                                 Cara de sono, e “mamando”…

                         mimiandmary
                                                                                Mary Mimi

Por um mundo menos fluorescente

14 de outubro de 2010
Outro dia entrei numa loja em busca de um tão sonhado salto. Escolhi um modelo todo preto, clássico. A atendente me veio com 3 modelos: um preto com salto fluorescente rosa, um todo fluorescente amarelo e um outro laranja… fluorescente. Eu saí da loja atordoada com aquela enxurrada pokemón, e percebi que o mundo estava infectado de coisas inúteis fluorescentes. Por exemplo… pra que serve uma blusa fluorescente? Já não bastam os faróis acesos? Acho que a cor poderia ser muito melhor utilizada em outras coisas, como por exemplo:

Gatos Fluorescentes:
Eu vivo perdendo minhas gatas pela casa, principalmente à noite. A Mimi, que é preta-e-branca, camufla em meio às almofadas, e a Mary, que é cinza rajada, camufla em qualquer lugar. Se elas fossem fluorescentes, eu as acharia facilmente pela casa… era só apagar as luzes, e, vòila!
ps: E a façanha existe. Dá uma olhada aqui.

                     fluor

Preservativos Fluorescentes
Isso já existe, eu acho a idéia genial. Afinal, de médico e Jedi, todo mundo tem um pouco.

                                           fluor2

Lixeiras Fluorescentes
Eu só queria ver qual seria a desculpa do povo que joga lixo no chão “porque não sabia onde estava a lixeira”. É flúor, meu caro! Até as minhocas enxergam a cor flúor. Mané!

Controles Remoto/Celular/Chave Fluorescentes
Os campeões do “cadê-estava-aqui-agorinha” facilitariam muito se fossem produzidos num fluorescente super ultra cegativo. Fluorescência que desse pra enxergar de longe (tipo do seu lado) e através de objetos (tipo a almofada do sofá).

Conhecido mala Fluorescente
Brincadeira, gente. Mas seria legal, né? Pelo menos dava tempo de avistar de longe e correr…

E então, o que você queria que fosse fluorescente?

Junt+os

12 de outubro de 2010







O que é afinal, estar junto?
Olhar diretamente. Não medir circunstâncias, nem esforços... ser o mesmo, de maneiras diferentes. Visualizar o outro, mesmo à distância. Caber sim, em palavras o que o olhos não conseguem dizer...

Estar junto é ser mesmo invisível, nítido. 
É mais do que estar.
É junto.


Em outras palavras: não seja idiota, surpreenda!


"Quando você está esperando
Uma voz chegar na noite
E não há ninguém,
Ah...
Você não sente
Vontade de chorar?"

Cry to Me - Duffy

Juro, juro!

8 de outubro de 2010
... que esgano:

- a próxima pessoa que vier me falar de mitos que nem meu filho de 5 anos acredita
- que me perguntar "e se um dia acabar a internet no mundo, quecêfaz?"
- que disser "Montenegro? Você por acaso é parente da FERNANDA MONTENEGRO?? riariar uuuf " ¬¬'
- que adicionar no MSN e perguntar "quem é?"
- que dizer "esse seu estilo rockeiro.."

e, por último, e não menos importante... que me perguntar se doeu pra ter filho (WTF? eu não pari uma pluma, CLARO QUE DOEU CACETE!)

distâncias geográficas não impedem, bonecos de vudu tão aí pra isso.
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