“Estou de mudança” é uma frase duradoura, visto que mudança é uma coisa quase que eterna.
Acho que nunca me mudei tão rápido, coisa de “achei outra casa”, “assina a papelada” e “ vem moço, é por aqui, cuidado com isso!”, em sei lá… uma semana? Juro que não sou fugitiva, apesar de ser loira na identidade, viu?
A correria foi toda em volta de vender alguns móveis que não precisaríamos mais, e encontrar “os caras” que fazem mudança. Lembrando aqui, minha sogra que não gosta de ser chamada de sogra e eu, deslocando a máquina de lavar, devagar e com dificuldade, enquanto o carregador, um negão (pode falar negão né? me chamar de racista por causa disso, pô), que equivalia a nós duas juntas mais alguns órgãos e membros, levantou a máquina como se fosse um potinho de margarina (sem tampa e vazio). Ahhn…
Bem, ainda estou perdida em caixas de… enfim, não se de quê são, elas estão ali e pra quê abrir, se nem sei aonde colocar o que quer seja que estiver ali dentro…
Ah, e a pergunta que está proibida aqui é: “
Cadê…”, sob risco de receber um belo e seco “
Ah, tem certeza que quer saber, MESMO?” já que nem os ícones da minha área de trabalho não sei se continuam no mesmo lugar.
Aqui está
tudo azul pantonemente falando – detalhe que conto com mais detalhes em outro post - as meninas (gatinhas, mascotes) estão adorando o fato de ter mais espaço e uma escada dentro de casa pra correr o dia inteiro, posso ir caminhando até o centro, tenho vizinhos legais, e também vizinhos musicais que ouvem funk às 2h da madrugada, e tenho mil caixas de papelão para abrir/guardar/queimar que me rendem bons pesadelos de madrugada. Estou
roubando pegando emprestado o sinal de internet do vizinho, porque a minha só a Telefônica sabe…
ps: o título do post é porque meus pais não deixavam nunca eu usar essa expressão… para eles, “zona” é só aonde tem puta. Ô mãe! Vem visitar minha zona!